Foi publicada em Novembro uma tradução portuguesa do clássico individualista The Man Versus The State, de Herbert Spencer, pela Alfanje Edições.
Foi publicada em Novembro uma tradução portuguesa do clássico individualista The Man Versus The State, de Herbert Spencer, pela Alfanje Edições.
A capa tem aquela pinta que tinham os opúsculos marxistas dos anos 60 e que ainda se encontram nos mercados de livros de uma vez por mês aos domingos de manha. E para os saudosistas desses tempos (dessa gauche caviar a quem o Nélson Rodrigues chamava de "A Festiva") nos alfarrobistas do Quay d'Orsay que, parecendo, nao é a mesma coisa.
Quer isto dizer que hoje em dia os subversivos somos nós?